Moda Masculina nos anos 1960

Anos 1960 foram marcados pelo crescimento de moda masculina. Inclusive ela passou a ser estudada, quando em 1964 Royal College of Arts na Grã Britânia abriu o curso de design de moda masculina.

A moda masculina dos anos 60 sofreu as mudanças, se tornando mais colorida e rebelde.

Enquanto as meninas cortam os cabelos, os meninos ao contrario deixam crescer. A partidos dos meados dos anos 1960 a moda masculina ganha silhueta mais ajustada ao corpo, por exemplo os casacos com sinto. As camisolas com gola alta entra na moda, usada principalmente pelos estudantes, como uma solução de substituir a camisa e gravata. Os jovens também usam mais frequente calça jeans e a barba não era mais feita todos os dias. As coleções de roupa masculina, criados pelo Pierre Cardin no final dos anos 1950, considerados extravagantes para época, passam a ser adaptados para as roupas de massa de meados de 1960. Itens como, jaquetas sem manga, jaquetas com zíper nas laterais e as botas de biqueira quadrada se tornam mais comuns no dia-a-dia. Paletó era mais comprido, comparando com anos 1950, com lapelas largas, ajustado na cintura, combinado com calça um pouco mais larga.

1960

As gravatas ganham a estampa e cores mais vivas e as calças sofrem várias alterações ao longo da década. No início de anos 1960 a Grã Britânia volta a ditar a moda masculina, com estilista John Stephen. Ele introduziu a cor no vestuário masculino, porem para evitar as preocupações dos homem de não serem confundidos com os gays, ele convidou os modelos com aparência brutal para fazer a propaganda da sua roupa.

Os homens mais velhos ainda preferem usar a moda mais clássica, como terno de três peças e gravata, porem adicionando mais cores ao seu guarda roupa. Outro nicho de moda masculina que ganhou o destaque neste período foi a roupa esportiva. O polo Lacoste se tornou peça chave para os jogos de tênis para os homens de todas as idades.

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